Conheça o projeto “Folclore BR: Uma Nova Visão”

O projeto “Folclore: BR: Uma nova visão” foi criado pelo ilustrador Anderson Awvas, onde através do seu blog e da sua fanpage ele lança os conceitos e pôsteres que ele desenvolveu que poderiam claramente ser animações da Disney baseadas nas historias do nosso folclore.

Confira alguns deles:

As Lendas Guardiãs

“Uma cidade muito grande, deserta e em completa escuridão. Chove uma chuva fina que toma forma com vento frio e você só consegue ver o que está ao alcance do intenso relampejar nas nuvens densas do céu e de sua lanterna de pilhas.

Ao caminhar alguns passos, você consegue enxergar algo que parecia um pé gigante no meio da avenida e ao olhar para cima percebe que uma forma humana está se formando na soma de vários blocos que voam nessa direção.

De repente, um sussurro estranho vem de atrás da sua orelha e ao mirar a lanterna na direção dele você enxerga uma sombra que te derruba no chão e pisa no seu peito.

Falta-lhe ar.

Falta-lhe força.

A luz da lanterna se apaga.

Escuridão total.



Naiá: A lenda da Vitória-Régia





“Naiá é uma jovem da tribo Iandé e devota a Jaci, deusa da Lua. O que ela mais deseja na vida é poder encontrá-la um dia para lhe pedir o dom de se tornar uma estrela, independente do seu custo.


Uma criatura mística desconhecida oferece a Naiá uma oportunidade de conseguir encontrar a divindade, mas ela deveria seguir junto dela para buscar a resposta no fundo do rio. Obstinada pelo seu desejo, Naiá seguiu os dizeres do ser misterioso e se afogou.


Compadecida sobre a situação da sua fiel seguidora, Jaci devolve a vida a jovem transformando-a numa guerreira nomeada como Vitória-Régia, a estrela das águas. Como troca, a deusa lhe atribuiu a missão de descobrir quem é a sombria criatura que lhe enfeitiçou e quais seriam seus planos.



Naiá parte numa grande aventura pela vasta floresta junto de sua parceira Jurubeba, uma femêa de Mico-Leão-Dourado.”


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Anhangá: O menino cervo

Em um tempo remoto muito antes da colonização do Brasil…
No meio de uma densa floresta um grupo de índios caçadores encontraram um bebê, um menino muito diferente de todos que tinham visto, perceberam que ele tinha suas feições, mas possuía pele e pelos extremamente brancos. Mesmo desconfiados de estarem carregando algum ser maligno, algo lhes dizia para o levarem até a aldeia.


Por conta de sua aparência albina, Iwa, como passou a ser chamado, foi desprezado pela maior parte dos índios por causar estranheza e medo. Ele foi adotado por Ceuci, uma mulher muito respeitada na tribo, que nunca conseguiu de gerar filhos e o criou com muito amor. – Não é por conta de sua aparência incomum que ele deixará de ser um de nós – Dizia Ceuci.


Iwa possui a habilidade de se comunicar com os animais de todas as espécies, mas, alertado por sua mãe, ele nunca contou sobre isso para mais ninguém.


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Mãe D’Ouro: Uma Aventura Incandescente



“Após um dia agitado, Aiyra recebe a visita de Fogo Fátuo, um pássaro de fogo que diz ter a missão de leva-la ao encontro de sua mestra. Contra sua vontade, Aiyra é guiada ao encontro de Inara, sua Mãe que havia desaparecido quando era muito pequena.


Sua mãe revela sua forma e se torna uma entidade celestial conhecida entre os humanos como “Mãe d’Ouro”. Aparentemente enfraquecida, ela e lhe concede poderes para que a pequena moça de coração forte possa libertar o reino dourado existente no fundo de uma caverna. Reino este que foi dominado por um ser maligno lendário chamado Anhangá-pirau e somente Aiyra pode evitar uma catástrofe que está para eclodir.


Para cumprir esta missão ela terá a ajuda do fiel Fogo Fátuo para enfrentar vários desafios em um labirinto cheio de quebra-cabeças no interior desse reino fantástico.”
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Procurando o Sacy
“Desde bebê, o jovem Ubiratã sempre ouvia seu pai lhe contar histórias da época em que ele caçava sacis quando era criança. Ele contava que saía com seus amigos para caçar esses pequenos demônios arteiros que viviam pela floresta numa região próxima à casa de seu avô.

Munidos de potes de vidro, crucifixos e tochas, eles passavam horas buscando essas criaturas que dizia serem parecidos com negrinhos de uma perna só, usando gorros e que causavam várias confusões com redemoinhos de vento que podiam provocar magicamente. Seu pai disse que eles conseguiam aprisionar vários em suas armadilhas, mas que sempre fugiam.

Ao fazer 10 anos, Ubi ganhou um pote de vidro antigo que seu pai lhe deu dizendo que era um dos potes que teve um saci capturado. O menino, impressionado, guardou o pote com orgulho e foi mostrar ao avô no fim de semana seguinte em sua grande casa no interior.

Após contar várias histórias, Ubirajara, seu avô, disse: “Seu pai é um mentiroso! Não acredite em nada disso! Mas coloque uma coisa nessa cabeça, garoto: JAMAIS ENTRE NAQUELA FLORESTA SOZINHO!”.

Disney minha filha vamos produzir isso ai!

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